Começar a dirigir pode trazer à tona muitos sentimentos: superação de medos e inseguranças, conquista de mais autonomia, realização de um antigo sonho, liberdade para aproveitar novas oportunidades. Isso não significa que, ao comprar seu primeiro carro, você deve se deixar levar pelo impulso ou pelas emoções. É uma decisão importante, que envolve sua segurança e conforto ao volante e, geralmente, significativo investimento financeiro. Algumas dicas podem ajudar a tornar essa escolha mais racional, evitando possíveis futuros arrependimentos.

Meu primeiro carro - Petrobras De Carona Com Elas

Existe uma etapa importante antes mesmo de você começar a visitar concessionárias ou lojas:

Para a maioria, falta um primeiro passo, que é a busca por informações. É importante que, depois de definir o orçamento, o comprador leia matérias em revistas e busque dados como consumo de combustível, custos de seguros, custos de revisões.

Não importa a faixa de preço ou a categoria que você procura, é fundamental estar muito bem informado antes de sair de casa.

Quem não tem muita experiência na área, pode começar pensando em 10 modelos e, depois do filtro inicial, chegar a três ou quatro finalistas. Agora, sim, é a hora de fazer um test drive. Experimente aqueles que resistiram ao filtro, avaliando conforto, acesso aos principais comandos, potência – se vai precisar encarar subidas na sua rotina, tente incluir uma ladeira no roteiro do teste, por exemplo. Depois desse processo, você terá descoberto qual modelo atende suas necessidades e qual você gostou mais no test drive.

Até alguns anos atrás, quando havia menos opções no mercado, era mais fácil dizer qual modelo de carro era mais adequado a um determinado estilo de vida. Hoje, as escolhas não são tão óbvias. Ele observa que, entre suas clientes mulheres, cerca de 70% preferem carros mais altos, com melhor visibilidade. Se for considerada apenas a necessidade, uma pessoa solteira ou um casal sem filhos não precisaria de um carro muito grande. Quem anda mais na cidade poderia optar por modelos 1.0, mais econômicos: É melhor dar prioridade aos carros 1.0 que têm 3 cilintros e turbo compressor, o que facilita a ultrapassagem na estrada, permitindo um uso urbano e rodoviário.

Dicas para a hora de negociar

Depois de dirigir, as opções bifurcam: a pessoa pode optar por um carro zero ou um semi-novo. E como decidir? A dica é, primeiro, checar o valor do carro zero e o do semi-novo com até um ano de uso. Se a pessoa for fazer um financiamento, às vezes a taxa do novo é mais baixa e, nesse caso, vale a pena comprar o novo. Se comprar à vista, pode valer a pena comprar o semi-novo, que já terá sofrido desvalorização, não terá o custo inicial de emplacamento e ainda estará dentro do período de garantia.

Se preferir um carro zero, ligue para diferentes concessionárias daquela marca para verificar disponibilidade do modelo, abertura em relação à negociação e até mesmo afinidade com o vendedor. Por isso, não é bom ir direto em uma revenda, pois corre-se o risco de a pessoa se sentir presa àquele primeiro vendedor que atendeu, e que pode não ter a melhor solução.

Ao escolher um semi-novo, prefira comprar diretamente do proprietário, que é capaz de conversar melhor sobre o histórico de uso e até mesmo dar dicas sobre o veículo. Nesse caso, porém, algumas precauções são importantes: marcar de ver o carro em um local público, como estacionamento de supermercado ou shopping, e solicitar que seja realizada uma perícia ou laudo cautelar por empresa credenciada ao Detran. Outra recomendação é que se escolha um veículo ainda dentro do período de garantia.

Você já comprou o seu primeiro carro ou está procurando um? Se já recebeu uma dica valiosa que fez diferença no seu processo de compra, compartilhe com a gente nos comentários.

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