Câmbio manual: Transmite mais esportividade, é melhor nas ultrapassagens e há grande oferta de peças de reposição. Apesar de possuir manutenção mais em conta, quando mal usado, exige mais manutenção do que outros tipos de transmissão. Também exige mais do condutor (é mais cansativo) e o uso incorreto das marchas pode ocasionar aumento de consumo, queima da embreagem e prejuízo ao motor. Ideal para pessoas que moram em lugares onde não há muito congestionamento e que têm prazer em dirigir.

Câmbio automatizado: É uma opção mais em conta que a transmissão automática. Fica no meio do caminho entre o câmbio manual e o automático. É voltado para carros compactos e médios, onde não há aumento de consumo e nem perda de potência. São câmbios manuais, porém, a embreagem é acionada por comando eletrônico dispensando o pedal de embreagem. Esse processo não é tão rápido, por isso alguns trancos são inevitáveis caso a aceleração seja mantida durante as trocas. Além disso, hábitos como segurar o carro no acelerador em subidas como se faz em um automático podem superaquecer a embreagem e travar o câmbio. O condutor tem total autonomia na escolha da marcha que será utilizada. Ele não rende muito nas subidas, principalmente quando está cheio.

 

Câmbio automático: O funcionamento do câmbio automático é mais complexo do que o de um manual. Um conjunto de engrenagens planetárias em uma única peça trabalha junto com o conversor de torque. O câmbio automático possui maior durabilidade, é mais confortável e seguro. Por outro lado, a manutenção é mais cara e o gasto de combustível é maior do que na transmissão manual e automatizada. Na ladeira, o carro pode ser retido acionando apenas o acelerador (ele não desce, o que melhora a vida de muitos condutores). Exige troca periódica do filtro e do óleo do câmbio, além de mão de obra especializada.

CVT: ao invés de engrenagens são usadas polias que tornam a troca de marcha imperceptível e o torque do motor é melhor aproveitado. Proporciona conforto e desempenho. É a transmissão com o custo mais alto. Também é necessário a troca regular do filtro e óleo do câmbio.

 

Por quê carros com câmbio automático não “morrem”?

Os engates das marchas são feitos em total sincronia com a faixa de rotação do motor, evitando qualquer erro que leve o motor a parar de funcionar. Os carros automáticos morrem sim, mas com menos frequência. Isso acontece quando há um descompasso entre a faixa de rotação do motor e a marcha adequada àquela velocidade. Esses dois sistemas conversam através da embreagem, que é regida pelo pé do motorista nos carros com câmbio manual, portanto estão sujeitos à falha humana.

 

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *