Centenas de pessoas conseguem
agora dirigir sozinhas ;)

Nicole Angelina Stall
Nicole Angelina Stall, 23 anos, publicitária.
Com o auxílio da psicóloga Elaine, eu aprendi a voltar a respirar novamente e recuperar uma parte da minha liberdade que tinha perdido.
É libertador ganhar uma parte de você que antes era regida pelo medo. Gratidão por me ajudarem a identificar minhas limitações, saber enfrentá-las e ser maior do que elas.

Melissa Narela Márquez
Melissa Narela Márquez, 22 anos, designer.
Eu descobri que não era apenas dirigir o meu medo, eu levava para varias áreas da minha vida e esse acompanhamento me ajudou a acreditar em mim mesma e saber que posso fazer tudo o que me proponho.
Quero agradecer muito a Elaine por me ajudar nessa trajetória.

Lauraci Chizue Seki Kioshima
Lauraci Chizue Seki Kioshima, 66 anos, professora.
Não comentei nada sobre as sessões com meus filhos, somente quando terminei meu tratamento e olhei o resultado. Só alegria!
Tenho 66 anos e me dei uma última chance de voltar a dirigir. Fiz minha habilitação 40 anos atrás e à 30 sem dirigir, o medo tomou conta de mim!
Acreditem, conheci a PSICOTRAN e com ajuda da psicóloga Elaine, consegui superar esse medo que há tanto tempo só crescia em mim.
Gratidão à ela pela paciência e me passar tanta confiança de que eu ia conseguir superar. Agradeço à Deus e ao meu esposo por me ajudar nas lições de casa, também contribuindo pra perder esse medo.
Agora, posso dizer que me sinto realizada e muito feliz com essa super superação de voltar a dirigir!

Marcele Antonio
Marcele Antonio, 32 anos, jornalista.
Foram longos 13 anos com a carteira de habilitação juntando poeira na carteira. Toda vez que olhava para o documento, pensava no quanto, para mim, ele não passava de um papel sem efeito. Já perdi tantas oportunidades por não dirigir, mas perder essas chances não foi combustível suficiente para vencer o medo de segurar o volante. Eu ficava apavorada só de pensar em sentar no banco do motorista. Já fiquei apreensiva de ficar dentro do carro sozinha, mesmo que estivesse de carona. A ideia de conduzir um carro me gerava taquicardia, suador, tremedeira. Olhava para um veículo e não conseguia vê-lo como uma máquina que só age de acordo com os meus comandos. Para mim, o carro tinha vida própria e era sempre maior do que o tamanho real. Minha visão sobre ele e sobre o trânsito era distorcida: tudo era mais tenso, caótico e violento do que a realidade.
A grande virada de chave só aconteceu depois que tive filho e me peguei pensando nas emergências que exigiriam que eu encarasse a direção. Agora, apesar do medo, eu tinha ímpeto e uma motivação forte para encarar o desafio. Foi quando encontrei o Psicotran e entendi que o problema não está no carro, na sinalização, nos outros motoristas. Está em mim e na visão distorcida que também tenho sobre minha própria capacidade. Está numa crença limitante que carrego desde a infância e que nunca tinha parado para compreender a fundo. O primeiro e um dos mais importantes aprendizados foi o de nomear adequadamente o que eu sentia: com a ajuda psicológica entendi que o que eu tinha era uma fobia e não uma frescura.
3 sessões de consultório e 8 sessões de carro depois, eu, que nasci e cresci no interior, dirigi pelo centro de uma capital durante o meu atendimento de alta dizendo para a psicóloga que é engraçado perceber que, agora, tudo parece ter o tamanho que realmente tem. Nada mais está superdimensionado.
Transformar o medo em vontade de dirigir exigiu que eu encarasse muitas emoções indigestas, lidasse com algumas feridas. Fiquei nervosa, cometi falhas, chorei, senti o coração saindo pela boca. Cheguei em casa dura de tanta tensão muitas vezes. Mas, ao mesmo tempo, experimentei uma sensação de liberdade e empoderamento que fez cada dificuldade do processo valer a pena.
Tenho feito avanços que pareciam impossíveis para mim antes: levar meu filho à escola, ir para a academia, fazer compras e dirigir até o trabalho. Tarefas simples que têm otimizado minha vida. E todas vezes que desligo o motor e puxo o freio de mão, agradeço pelo profissionalismo da equipe da Psicotran, que é extremamente acolhedora e competente e fez por mim o que jamais faria sozinha. Minha gratidão especialmente à psicóloga Vivian que me acompanhou sempre com doçura, paciência, muito conhecimento e habilidade.
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